Na hora de cortar custos, é preciso rever uma série de fatores. O combustível, no entanto, deve ter sempre boa procedência. O barato, neste caso, pode sair caro.

 

O agronegócio é um dos grandes motores da economia no Brasil.

A soja é a maior produção nacional de grãos na atualidade.

No entanto, também ganham destaque as safras de milho, trigo e outros cereais.

O cenário anterior à pandemia previa que o setor logístico transportaria mais de 251 milhões de toneladas de grãos em 2020.

Com ou sem COVID-19, o fato é que o campo exige planejamento, que deve contemplar desde o preparo, plantio e colheita até o transporte da mercadoria. Uma etapa está intimamente ligada a outra.

Neste artigo, nosso foco é abordar justamente uma das últimas etapas do processo: o caminho dos grãos às prateleiras.

Afinal, como economizar? Será mesmo possível? A resposta é sim!

Mas é preciso estar com a calculadora na mão e as planilhas de planejamento muito bem atualizadas.

Como deve ocorrer o transporte dos grãos?

O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) é o órgão brasileiro que regulamenta o transporte deste tipo de carga.

De acordo com as normas, são necessários veículos com carrocerias de guardas laterais fechadas ou com telas metálicas, para que não haja desperdício de material durante o trajeto.

Também é exigência que a carga esteja coberta por uma lona.

Economia na estrada

Tomando como exemplo a soja, estimativas apontam que a logística representa entre 6% e 15% do valor final do produto, dependendo da rota utilizada.

O transporte por estradas é oneroso e representa o segundo maior custo. Está apenas atrás dos valores de produção.

E para complicar, infelizmente,transportadores de grão precisam prever perdas na estrada, em decorrência de alguns motivos bastante contundentes.

São eles:

  • Estradas em condições precárias (ocasionando maior perda de grãos)
  • Frotas mal preparadas
  • Desatenção do motorista

Estas razões tornam necessária a escolha de um bom sistema de transporte de grãos.

Isso porque se somarmos o desperdício a cada trajeto, ao final, o prejuízo será gigante.

Além disso, atualmente, no país, 65% do transporte de grãos é realizado por caminhões.

E quanto ao diesel?

O combustível também tem total influência na hora de colocar os valores na ponta do lápis. É fundamental escolher um fornecedor de qualidade.

O Transportador Revendedor Retalhista, popularmente chamado de TRR, é a empresa autorizada pela Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) a comercializar e entregar combustível em grande quantidade direto no estabelecimento do cliente.

Adquirir diesel de boa procedência é garantia de que os motores funcionarão com combustível sem qualquer adulteração.

A máxima de que o barato sai caro é sempre correta em se tratando deste assunto.

Outros fatores que tornam o custo do transporte de grãos mais acessível dizem respeito à forma como os caminhões são conduzidos.

Recentemente, escrevemos uma matéria sobre isso aqui no blog.

Direção defensiva, bom planejamento de rota e manutenção dos veículos em dia fazem toda a diferença.

Isso porque há uma série de custos inerentes a cada rota, incluindo os que envolvem o motorista (alimentação, hospedagem, etc.).

Aliás, aqui cabe outro dado curioso: existem hoje no Brasil cerca de 2 milhões de caminhoneiros nas estradas.

Deste montante, 500 mil atuam exclusivamente no agronegócio, tamanha a importância do segmento.

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